Nunca tinhas visto a Selecção assim. Nem o futebol, nem os jogadores e o seu meio envolvente. Até hoje, ninguém teve a oportunidade de entrar no balneário. Estás em Força Portugal, o único sitio que te mostra o futebol por dentro.
Quarta-feira, 31 de Maio de 2006
Artistas de Portugal contra Cabo-verde

Há sempre um nervoso miudinho antes do início de cada encontro, mesmo que se trate, como era o caso, de um jogo de preparação contra um adversário acessível como Cabo Verde. É tempo dos últimos aprumos. Apertar os atacadores da chuteira, ajeitar a caneleira, puxar as meias para cima. Maniche, Cristiano Ronaldo e Ricardo estão em plena fase de concentração. E o ruído dos pitons do chão do balneário faz parte de um ritual antigo que se repete a cada jogo. Últimos cumprimentos. Desejos de boa sorte e eis que os artistas saem para a luz das câmaras e para o entusiasmo do público.

 

 


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Sábado, 27 de Maio de 2006
PORTUGAL-CABO VERDE

Tarde de calor africano em Évora. Temperatura a atingir os 40 graus, enorme humidade. Ameaça de trovoadas. Mas não: tratava-se de um ciclone. O Ciclone dos Açores. Três golos marcou Pauleta no primeiro encontro de preparação da Selecção de Portugal para o Mundial 2006. Um hat-trick assinado frente a Cabo Verde numa vitória tranquila dos portugueses: 4-1. Petit marcou o outro golo, num remate potente, de fora da área.

Nesta fase da preparação, não se podia exigir muito dos indices fisicos dos jogadores de Luiz Felipe Scolari. A equipa está presa de movimentos, como seria natural. Só para a próxima semana, talvez no sábado, em Metz, no confronto com o Luxemburgo, se possa notar outra leveza na actuação lusitana.

No entanto, não foi apenas a vitória tranquila e os três golos do seu ponta-de-lança que agradaram a Scolari. A forma autoritária como a zona defensiva reagiu aos lances de bola parada contrários mostraram que há muito trabalho a ser absorvido pelos seleccionados portugueses.

Um golo em lance corrido, isolado por um passe longo de Maniche; um golo de cabeça, na sequência de um canto na direita de Figo; um golo de livre direto, num pontapé colocado: eis como Pauleta assinou a sua noite de categoria. É ele, cada vez mais, o goleador de sempre da Selecção de Portugal e já tem mais quatro do que o extraordinário Eusébio.

Scolari também vai de recorde em recorde. Agora cumpriu 13 jogos sem derrota, igualando a marca de Humberto Coelho. Se não perder frente ao Luxemburgo, será o Seleccionador Nacional a cumprir a melhor série de todos os tempos. E, no jogo frente ao Irão, na segunda jornada do Mundial, baterá igualmente o recorde de Seleccionador Nacional com mais jogos à frente da equipa de Portugal: está com 42 e o recorde de António Oliveira é de 44.

Portugal vai de vento em popa... E o Mundial espera pelo talento dos seus jogadores...

CR7

CR7

Golo



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Sexta-feira, 26 de Maio de 2006
Autógrafos
Manhã de felicidade para os meninos das «escolinhas» dos clubes da Associação de Futebol de Évora. No Convento do Espinheiro, quartel-general da Selecção de Portugal, os jogadores escolhidos por Luiz Felipe Scolari para o Mundial da Alemanha dedicaram quase uma hora a distribuir autógrafos pelos pequenitos do Estremoz, Lusitano de Évora, Juventude de Évora, Alcaçovense, Recreativo dos Canaviais e União de Montemor. Junto dos seus ídolos, os jovens jogadores receberam o incentivo de Figo, Pauleta, Ricardo, Cristiano Ronaldo e todos os outros. E posaram para as câmaras e para as fotografias, ficando com uma recordação que jamais irão esquecer.


publicado por Força Portugal às 23:21
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O dia a dia dos 23 em Évora
Luiz Felipe Scolari escolheu o Alentejo e Évora para a primeira parte do estágio dos 23 convocados portugueses iniciais que estarão na Alemanha. Neste momento, Bruno Vale, que defende a Selecção Nacional de sub-21, ainda não se juntou aos seus companheiros.
Nesta fase, a maior preocupação dos responsáveis técnicos de Portugal é a de levantar os níveis físicos dos jogadores, alguns deles, como Figo, Cristiano Ronaldo ou Deco, com épocas muito desgastantes ao serviço dos seus clubes. Desta forma, num local tranquilo, o preparador físico Darlan Schneider tem procurado oxigenar os músculos dos seleccionados portugueses enquanto Scolari vai rotinando a equipa com certos movimentos colectivos que irão ser trabalhados mais profundamente ao longo dos dias que ainda nos separam do jogo com Angola (11 de Junho), o primeiro de Portugal no Mundial 2006.
Nos últimos dias, no Complexo Desportivo do Lusitano de Évora, já foi possível assistir à experiência de alguns modelos de jogo, modelos esses que começarão a ser testados mais a sério no jogo de preparação agendado para Sábado, dia 27 de Maio, pelas 18h00, frente à Selecção de Cabo Verde.
Sendo uma equipa africana, com muitos jogadores a actuarem na Liga Portuguesa, espera-se que Cabo Verde surja em campo com algumas das dificuldades que Portugal pode esperar da Selecção de Angola.
Como habitualmente, Luiz Felipe Scolari só revelará o onze inicial na véspera ou no próprio dia do jogo, mas é mais do que provável que aproveite esta hora e meia para dar a possibilidade à maioria dos seus jogadores de ganharem algum ritmo de competição, utilizando todas as substituições ao seu dispor.


publicado por Força Portugal às 13:15
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006
CR7
Ser Cristiano Ronaldo não é fácil. Aos 17 anos e já sendo uma futura promessa do futebol Portugês assinou pelo Manchester United. Em Old Trafford, encontrou um clube que tinha dominado a liga nos últimos anos, tinha criado uma geração de futebolistas únicos e inclusivamente vencido a Liga dos Campeões no ano em que também ganhou a liga e a taça. Uma das peças chaves de tantos êxitos e, ao mesmo tempo, um dos futebolistas mais famosos do mundo acabou por assinar pelo Real Madrid.

E aí estava o Cristiano Ronaldo, a usar o 7 de Beckham na camisola, sem ter feito 18 anos e com a vontade de juntar as suas fintas continuadas com o futebol colectivo Inglês.
Não foi fácil. Em Inglaterra não gostam de individualidades, e CR7 é um jogador que vive do seu talento. Não lhe faltam argumentos para se lançar sobre um, dois, três, quatros defesas. O seu repertório técnico é inesgotável: bicicletas, fintas, simulações, toques de calcanhar e “túneis”…
Foi preciso tempo para se habituarem à sua forma de jogar. Na ilha de sua majestade, o estilo de jogo rápido, vertical e de primeiro toque é o preferido, tudo o que venha em adição é considerado inútil.

Mas pouco a pouco aprenderam a apreciar as vantagens de um jogador explosivo. Onde Beckham precisa de um metro para armar um centro milimétrico, Cristiano Ronaldo fabrica ele próprio esse espaço. A isto há que somar ainda a sua melhoria e evolução em todas as facetas do jogo: passa mais e melhor, marca mais golos, conduz os contra-ataques com o seu impressionante arranque e controlo de bola, segura a bola fora da área e irrompe para o seu interior e joga bem de cabeça. Uma evolução com origem no Euro 2004.

Se o Cristiano Ronaldo aprendeu a viver com a responsabilidade de vestir a camisola 7 de Beckham nas costas, no Euro 2004 amadureceu ao ponto de começar a prova como promessa e acabar como um dos melhores jogadores da Europa.

Foi preciso pouco tempo para Scolari se aperceber que a solução era ele. Bastou a primeira parte do jogo inaugural contra a Grécia.

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publicado por Força Portugal às 13:14
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Pauleta já está a caminho.
Uma sanção disciplinar não permite que Pauleta jogue a ultima jornada da liga francesa pelo seu clube, o PSG. Assim o nosso principal goleador e destinatário das assistências de Cristiano Ronaldo e Figo, já está a caminho para dar início à preparação para o Mundial. Uns dias extras de descanso são muito bem vindos dada a saturação de jogos e o ritmo a que se joga o futebol moderno.

Falando de Pauleta, os seus 21 golos fizeram dele o melhor marcador do Campeonato Francês e a sua renovação com o PSG não está ainda assegurada, dai que um bom Mundial pode valer-lhe um ultimo grande contracto.

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publicado por Força Portugal às 13:13
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2006
Figo
Provavelmente um dos cinco jogadores Portugueses mais importantes da história. O futebol Europeu teve na última década em Figo uma das suas mais brilhantes e regulares figuras.

Fez parte da geração de ouro que ganhou tudo o que havia para ganhar nas categorias jovens, já se destacava no Sporting quando o “calcio” reparou nele. Um duplo contracto com a Juventus e Parma impediu-o de jogar em Itália e o Barcelona de Cruyff, em plena reconstrução de equipa depois de uma fase brilhante, contratou Figo a preço de saldo.

Figo destacava-se por ser um extremo tecnicista, pela sua visão de jogo e por ter uma capacidade goleadora aceitável, no entanto o treinador holandês colocou-o a jogar encostado à linha lateral, convertendo-o assim num dos melhores extremos direitos da história.
Nessa posição, Figo passou a ser conhecido pela sua técnica – uma combinação de simulações, arranques, fintas e bicicletas como há muito tempo não se via, velocidade e centros para a área.

Mas a sua principal característica, a de dar sempre a cara, é que o fez evoluir e, pouco a pouco, tornar-se o líder de uma equipa onde passaram jogadores como Guardiola, Ronaldo, Blanc, Frank De Bóer, Rivaldo, Luís Enrique e Kluivert.

Para além disto, Figo adicionou ao seu reportório a polivalência: surgia na esquerda, rematava com ambas as pernas, assistia do centro…

Na altura em que Figo era uma peça fulcral no Barcelona, tendo ajudado a ganhar duas ligas, uma super taça e uma Copa Del Rey, esteve no centro da maior e mais sonante transferência de jogadores até à altura.Passava a ser jogador do eterno rival, o Real Madrid, algo que os adeptos “Culés” só conseguiram esquecer com a chegada de Ronaldinho.

Em Madrid mais do mesmo; regularidade, vontade, puxar a equipa para a frente e centros milimétricos para a área. As chegadas de Zidane, Ronaldo e Beckham fizeram com que não fosse a única estrela da equipa, mas todos os treinadores mantiveram-no na faixa direita como se fosse um seguro de vida para o ataque

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publicado por Força Portugal às 13:13
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Quarta-feira, 17 de Maio de 2006
Chegada
Como é hábito antigo, a Selecção de Portugal juntou-se no Hotel Amazónia/Jamor para mais uma aventura: desta vez o Mundial 2006. Com Luiz Felipe Scolari, a boa disposição é vivida dia a dia à mistura com o máximo profissionalismo. E a alegria dos reencontros é inevitável, como prova o abraço entre o guarda-redes Ricardo e o Seleccionador Nacional. Grande fã do golfe, Ricardo não perdeu a hipótese de invejar a indumentária do «Chefe»: um pólo da linha Tiger Woods. Miguel, por seu lado, exibe orgulhosamente a placa oferecida pela Federação Portuguesa de Futebol e que assinala as suas 25 internacionalizações.


publicado por Força Portugal às 13:27
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Duas jovens promessas: uma vai, a outra não.
Freddy Addu, a brilhante promessa do futebol norte-americano, não vai estar na Alemanha salvo alguma surpresa (lesão) de alguns dos jogadores já convocados.
Por outro lado, quem vai estar é inglês, Theo Walcott, o juvenil mais caro da história do futebol inglês. Um jogador que tem hipóteses de jogar, se tivermos em conta a lesão de Rooney, que Owen também está a recuperar de um lesão e para estar apto será à justa, e que Crouch não é apreciado por todos e que, se as coisas começarem a correr mal, será alvo de criticas.

Será que estamos perante um jogador capaz de repetir o feito de Owen no mundial de França contra a Argentina?


publicado por Força Portugal às 13:12
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O Quarteto Mágico
Já temos alcunha para os quatro avançados que compõem o ataque do Brasil para o Mundial. Ronaldinho, Kaká, Adriano e Ronaldo são, desde já, “O Quarteto Mágico” – não confundir com o quadrado mágico de Luxemburgo no Real Madrid.

Parreira está tão confiante na sua equipa que até já apresentou o “onze” titular que se vai estrear no Mundial no dia 13 de Junho contra a Croácia. Dida, Roberto Carlos, Cafu, Lúcio, Juan, Emerson, Zé Roberto, e os quatro avançados já mencionados em cima, perfazem a equipa chave do Brasil para este Mundial.

Se nós fossemos o Parreira e tivéssemos esta equipa então também estaríamos relaxados e confiantes.


publicado por Força Portugal às 13:11
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