Nunca tinhas visto a Selecção assim. Nem o futebol, nem os jogadores e o seu meio envolvente. Até hoje, ninguém teve a oportunidade de entrar no balneário. Estás em Força Portugal, o único sitio que te mostra o futebol por dentro.

Terça-feira, 27 de Junho de 2006
Má intenção
C. Ronaldo declarou que o defesa holandês jogou para magoar, quebrando assim uma das máximas implícitas do futebol: Respeitar a integridade física do adversário e nunca entrar para lesionar o oponente. Ronaldo diz que já está habituado a entradas mais duras, o que reacende o já antigo debate sobre se, se deve ou não proteger os jogadores “especiais”, os “artistas” que no fundo fazem as alegrias dos adeptos? O número de faltas que sofrem é muito maior que os restantes jogadores, seja pela sua influência no jogo, a sua habilidade ou, neste caso concreto, pela a capacidade inata em conduzir a bola colada ao pé. Se uma das acções que mais define este desporto, a finta, acaba quase sempre em falta ou mesmo em lesão que mais nos resta?

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Quarta-feira, 31 de Maio de 2006
Artistas de Portugal contra Cabo-verde

Há sempre um nervoso miudinho antes do início de cada encontro, mesmo que se trate, como era o caso, de um jogo de preparação contra um adversário acessível como Cabo Verde. É tempo dos últimos aprumos. Apertar os atacadores da chuteira, ajeitar a caneleira, puxar as meias para cima. Maniche, Cristiano Ronaldo e Ricardo estão em plena fase de concentração. E o ruído dos pitons do chão do balneário faz parte de um ritual antigo que se repete a cada jogo. Últimos cumprimentos. Desejos de boa sorte e eis que os artistas saem para a luz das câmaras e para o entusiasmo do público.

 

 


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Sábado, 27 de Maio de 2006
PORTUGAL-CABO VERDE

Tarde de calor africano em Évora. Temperatura a atingir os 40 graus, enorme humidade. Ameaça de trovoadas. Mas não: tratava-se de um ciclone. O Ciclone dos Açores. Três golos marcou Pauleta no primeiro encontro de preparação da Selecção de Portugal para o Mundial 2006. Um hat-trick assinado frente a Cabo Verde numa vitória tranquila dos portugueses: 4-1. Petit marcou o outro golo, num remate potente, de fora da área.

Nesta fase da preparação, não se podia exigir muito dos indices fisicos dos jogadores de Luiz Felipe Scolari. A equipa está presa de movimentos, como seria natural. Só para a próxima semana, talvez no sábado, em Metz, no confronto com o Luxemburgo, se possa notar outra leveza na actuação lusitana.

No entanto, não foi apenas a vitória tranquila e os três golos do seu ponta-de-lança que agradaram a Scolari. A forma autoritária como a zona defensiva reagiu aos lances de bola parada contrários mostraram que há muito trabalho a ser absorvido pelos seleccionados portugueses.

Um golo em lance corrido, isolado por um passe longo de Maniche; um golo de cabeça, na sequência de um canto na direita de Figo; um golo de livre direto, num pontapé colocado: eis como Pauleta assinou a sua noite de categoria. É ele, cada vez mais, o goleador de sempre da Selecção de Portugal e já tem mais quatro do que o extraordinário Eusébio.

Scolari também vai de recorde em recorde. Agora cumpriu 13 jogos sem derrota, igualando a marca de Humberto Coelho. Se não perder frente ao Luxemburgo, será o Seleccionador Nacional a cumprir a melhor série de todos os tempos. E, no jogo frente ao Irão, na segunda jornada do Mundial, baterá igualmente o recorde de Seleccionador Nacional com mais jogos à frente da equipa de Portugal: está com 42 e o recorde de António Oliveira é de 44.

Portugal vai de vento em popa... E o Mundial espera pelo talento dos seus jogadores...

CR7

CR7

Golo



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Sexta-feira, 26 de Maio de 2006
Autógrafos
Manhã de felicidade para os meninos das «escolinhas» dos clubes da Associação de Futebol de Évora. No Convento do Espinheiro, quartel-general da Selecção de Portugal, os jogadores escolhidos por Luiz Felipe Scolari para o Mundial da Alemanha dedicaram quase uma hora a distribuir autógrafos pelos pequenitos do Estremoz, Lusitano de Évora, Juventude de Évora, Alcaçovense, Recreativo dos Canaviais e União de Montemor. Junto dos seus ídolos, os jovens jogadores receberam o incentivo de Figo, Pauleta, Ricardo, Cristiano Ronaldo e todos os outros. E posaram para as câmaras e para as fotografias, ficando com uma recordação que jamais irão esquecer.


publicado por Força Portugal às 23:21
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006
CR7
Ser Cristiano Ronaldo não é fácil. Aos 17 anos e já sendo uma futura promessa do futebol Portugês assinou pelo Manchester United. Em Old Trafford, encontrou um clube que tinha dominado a liga nos últimos anos, tinha criado uma geração de futebolistas únicos e inclusivamente vencido a Liga dos Campeões no ano em que também ganhou a liga e a taça. Uma das peças chaves de tantos êxitos e, ao mesmo tempo, um dos futebolistas mais famosos do mundo acabou por assinar pelo Real Madrid.

E aí estava o Cristiano Ronaldo, a usar o 7 de Beckham na camisola, sem ter feito 18 anos e com a vontade de juntar as suas fintas continuadas com o futebol colectivo Inglês.
Não foi fácil. Em Inglaterra não gostam de individualidades, e CR7 é um jogador que vive do seu talento. Não lhe faltam argumentos para se lançar sobre um, dois, três, quatros defesas. O seu repertório técnico é inesgotável: bicicletas, fintas, simulações, toques de calcanhar e “túneis”…
Foi preciso tempo para se habituarem à sua forma de jogar. Na ilha de sua majestade, o estilo de jogo rápido, vertical e de primeiro toque é o preferido, tudo o que venha em adição é considerado inútil.

Mas pouco a pouco aprenderam a apreciar as vantagens de um jogador explosivo. Onde Beckham precisa de um metro para armar um centro milimétrico, Cristiano Ronaldo fabrica ele próprio esse espaço. A isto há que somar ainda a sua melhoria e evolução em todas as facetas do jogo: passa mais e melhor, marca mais golos, conduz os contra-ataques com o seu impressionante arranque e controlo de bola, segura a bola fora da área e irrompe para o seu interior e joga bem de cabeça. Uma evolução com origem no Euro 2004.

Se o Cristiano Ronaldo aprendeu a viver com a responsabilidade de vestir a camisola 7 de Beckham nas costas, no Euro 2004 amadureceu ao ponto de começar a prova como promessa e acabar como um dos melhores jogadores da Europa.

Foi preciso pouco tempo para Scolari se aperceber que a solução era ele. Bastou a primeira parte do jogo inaugural contra a Grécia.

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publicado por Força Portugal às 13:14
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